UMA LISTA
- enumera o que existe
- você escolhe por onde entrar
- termina quando os itens acabam
O prazo é da banca. Faltam para a 1ª fase do 48º Exame:
Faltam 87 dias, 16 horas e 19 minutos para o início da 1ª fase do 48º Exame.
O horário provável informado para a prova chegou. Consulte o calendário oficial para verificar eventuais atualizações.
10 de janeiro de 2027, às 13h, horário de Brasília · data provável, conforme o edital Data provável · 10 de janeiro, 13h · Brasília
Para quem vai fazer, ou refazer, a 1ª fase da OAB em 10 de janeiro
Aperte o play: eu te mostro por que saber o que a banca mais cobrou não basta.
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Prefere tirar uma dúvida comigo antes de decidir?
Falar comigo no WhatsAppÉ um curso completo para a 1ª fase, sem videoaula: a teoria de cada assunto numa tela só, as questões logo depois e a ordem de estudo pronta.
Você só senta e estuda.
Ver a área por dentroVocê já tem a lista. Todo mundo tem. E ela te deixa exatamente onde você estava: com uma matéria inteira pela frente e o mesmo tempo de sempre.
À esquerda desta linha está a metade de tudo o que já foi cobrado.
Sem montar cronograma, sem escolher matéria, sem decidir nada antes de estudar. A rota já vem pronta: começa no bloco 1, e a conta da sua prova diz até onde você chega com o tempo que tem.
São as mesmas duas perguntas do Comece Aqui, com a data da prova já travada, e é a mesma conta que eu faço quando você entra. A resposta aparece logo abaixo.
Já deixei a data da primeira fase do 48º Exame.
O real, não o ideal. 1h30 são 90 minutos.
Diga quantos minutos por dia você estuda, e a sua conta aparece aqui.
Isto é distância, não nota. A conta mede até onde o seu tempo chega na ordem do que já caiu; não prevê a próxima prova.
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Se em 30 dias você achar que não valeu, devolvo o dinheiro. Sem formulário e sem pergunta.
E se você ainda não clicou, é justo. Antes de decidir, você tem o direito de ver como essa ordem foi construída. É a próxima parte desta página.
E é aqui que quase todo material de OAB para, inclusive os que custam bem mais caro que este.
UMA LISTA
UMA ROTA
Onde você para depende do seu tempo. Faça a sua conta lá em cima e eu marco aqui o seu ponto de parada.
Metade de organizar o estudo é decidir o que fica de fora. E isso precisa estar escrito, não implícito.
Você deve estar se perguntando de onde saiu essa ordem. É a próxima parte, e é a mais importante desta página.
A conta que gerou a ordem está aberta: quantas provas, quantas questões, como cada assunto foi pesado.
Peguei as provas públicas da OAB e classifiquei questão por questão até o assunto específico. Não a matéria: o assunto. Depois ordenei tudo pelo que mais se repete.
Na rota, eles cabem nos 120 primeiros blocos, de 346.
Menos de um quarto dos assuntos que já caíram carrega metade da prova. E do outro lado tem quase 1.000 que estão no programa, podem cair, e em 15 anos não apareceram uma única vez.
Se a sua ordem é a do índice, esses 120 estão espalhados do começo ao fim do programa. Você chega neles. Só que chega no fim.
Na ordem da rota
Na ordem do índice, matéria por matéria
Isto é histórico, não adivinhação: a banca pode cobrar amanhã um assunto que nunca cobrou, inclusive um daqueles 905. O fim da fila não é lixo: se sobrar tempo, ele entra. E a mais importante: ter visto o assunto não é acertar a questão. A ordem te coloca na frente do que mais decide; responder certo continua sendo com você.
Cinco das 8 questões do bloco 1, que é por onde a rota começa para todo mundo. Estão aqui inteiras, com a resposta e o porquê. Sem cadastro e sem e-mail.
Erre à vontade. Você ainda não estudou este assunto. Tentar responder antes de estudar ajuda a fixar o assunto depois.
Questão 1 de 5 · Prerrogativas ligadas à liberdade profissional
Às 23h, a irmã de uma pessoa presa em flagrante naquela tarde procura advogado e o incumbe de assisti-la. O advogado dirige-se à delegacia, identifica-se e pede para falar com o preso, que a autoridade policial declarou incomunicável; não há procuração. O plantonista responde que, fora da hora de expediente, o ingresso depende de ordem judicial; que, sem procuração, nada há a deferir; e que a conversa, se ocorrer, será acompanhada. Nos autos do flagrante não há decisão judicial alguma sobre a entrevista. Assinale a opção correta.
A resposta é (b).
Estatuto da Advocacia, art. 7º, III: é direito do advogado "comunicar-se com seus clientes, pessoal e reservadamente, mesmo sem procuração, quando estes se acharem presos, detidos ou recolhidos em estabelecimentos civis ou militares, ainda que considerados incomunicáveis". As três circunstâncias opostas pelo plantonista — a hora, a falta de procuração e a incomunicabilidade — são exatamente as que o texto ressalva, e nenhuma delas condiciona o direito. (a) troca a condição de ingresso fora do expediente: o inciso VI, alínea b, assegura o ingresso em delegacias e prisões "mesmo fora da hora de expediente e independentemente da presença de seus titulares", sem ordem judicial. (c) troca a exigência de procuração: o inciso III garante a comunicação "mesmo sem procuração". (d) troca o pressuposto do acompanhamento: o monitoramento da comunicação entre advogado e cliente supõe autorização "por razões fundadas de conluio criminoso reconhecidas judicialmente" (LEP, art. 41-B), e nos autos do flagrante não há decisão judicial alguma; a incomunicabilidade declarada pela autoridade policial não faz as vezes dela, e a entrevista permanece "pessoal e reservadamente", "ainda que considerados incomunicáveis".
Questão 2 de 5 · Prerrogativas ligadas à liberdade profissional
Advogado chega às 10h ao gabinete do juiz da causa, sem hora marcada, para tratar de processo em que atua. Na antessala já aguardam, desde as 9h30, dois advogados de outros feitos, que também pediram para falar com o magistrado. O assessor informa que ele só recebe mediante agendamento prévio pelo sistema. Assinale a opção correta.
A resposta é (c).
Estatuto da Advocacia, art. 7º, VIII: é direito do advogado "dirigir-se diretamente aos magistrados nas salas e gabinetes de trabalho, independentemente de horário previamente marcado ou outra condição, observando-se a ordem de chegada"; o agendamento exigido pelo assessor é a "outra condição" que o inciso afasta, e a parte final resolve o resto com o relógio da antessala. (a) troca a condição de acesso: o inciso dispensa horário previamente marcado. (b) troca o objeto da espera dos dois que chegaram às 9h30: o enunciado diz que eles também pediram para falar com o magistrado, de modo que integram a mesma ordem de chegada — se aguardassem outro ato, nada haveria a observar. (d) troca o alcance: o inciso abrange as salas e os gabinetes de trabalho.
Questão 3 de 5 · Prerrogativas ligadas à liberdade profissional
Audiência designada para as 14h. O advogado comparece às 13h50 e aguarda o pregão. Às 14h35 o magistrado que deve presidir o ato ainda não chegou; o servidor da secretaria informa que ele está em outra audiência e pede que se aguarde. A parte contrária e seu advogado compareceram e estão na sala. Assinale a opção correta.
A resposta é (a).
Estatuto da Advocacia, art. 7º, XX: é direito do advogado "retirar-se do recinto onde se encontre aguardando pregão para ato judicial, após trinta minutos do horário designado e ao qual ainda não tenha comparecido a autoridade que deva presidir a ele, mediante comunicação protocolizada em juízo"; às 14h35 já se passaram trinta e cinco minutos das 14h designadas, e quem não compareceu foi o magistrado. (b) troca a forma: dispensa a comunicação protocolizada, que o inciso XX exige — a saída "independentemente de licença" é a do inciso VII, sem prazo nem protocolo, e não a desta hipótese. (c) troca o prazo: são trinta minutos, e não sessenta. (d) troca o gatilho: só a ausência da "autoridade que deva presidir" o ato dá a prerrogativa, não a da parte contrária.
Questão 4 de 5 · Prerrogativas ligadas à liberdade profissional
Advogado constituído por procuração ad judicia comum, sem poderes especiais, cumpre duas diligências na mesma manhã. Primeiro dirige-se ao setor de arquivo de uma repartição pública para colher cópia de documento útil ao processo em que atua; o balcão de atendimento ao público já se encerrara, mas há servidor em serviço no interior do setor. Em seguida comparece à assembleia geral extraordinária da sociedade de que seu cliente é sócio e à qual este deve comparecer; o presidente da mesa condiciona a entrada do advogado à exibição de procuração com poderes especiais. Assinale a opção correta.
A resposta é (c).
Estatuto da Advocacia, art. 7º, VI, alínea d: ingressar livremente "em qualquer assembléia ou reunião de que participe ou possa participar o seu cliente, ou perante a qual este deva comparecer, desde que munido de poderes especiais" — a única alínea do inciso que exige procuração, e o caso narra justamente a procuração ad judicia comum. (a) troca o fato da presença: o enunciado diz que há servidor em serviço no interior do setor, e a alínea c assegura o ingresso "dentro do expediente ou fora dele", bastando que "se ache presente qualquer servidor ou empregado" — o encerramento do balcão ao público não é a ausência de servidor. (b) troca o conteúdo da procuração: a que o advogado exibe é ad judicia comum, e sem os poderes especiais a alínea d não assegura o ingresso. (d) suprime a finalidade profissional exigida pela alínea c — o ingresso é assegurado "onde o advogado deva praticar ato ou colher prova ou informação útil ao exercício da atividade profissional", de modo que a presença de servidor, sozinha, não basta.
Questão 5 de 5 · Sociedade de advogados
Quatro advogados levam a registro no Conselho Seccional o contrato de uma sociedade que pretendem constituir. A sociedade não tem forma nem características de sociedade empresária, não prevê atividade estranha à advocacia e nenhum dos sócios está fora dos quadros da OAB nem totalmente proibido de advogar. O nome escolhido, porém, é "Alfa Soluções Jurídicas", denominação de fantasia que não corresponde ao nome de sócio algum. Assinale a opção correta.
A resposta é (a).
Estatuto da Advocacia, art. 16, caput: "Não são admitidas a registro nem podem funcionar todas as espécies de sociedades de advogados que apresentem forma ou características de sociedade empresária, que adotem denominação de fantasia, que realizem atividades estranhas à advocacia, que incluam como sócio ou titular de sociedade unipessoal de advocacia pessoa não inscrita como advogado ou totalmente proibida de advogar". São quatro vedações, e o enunciado afasta três delas e realiza a segunda. (b) troca a denominação de fantasia de vedada por admitida: o caput a proíbe, e nem a aprovação do Conselho Seccional nem a indicação de advogado responsável a autorizam. (c) troca o fato do nome escolhido: a lista que ela enuncia é exatamente a do caput, mas o enunciado diz que a sociedade adota denominação de fantasia. (d) troca o órgão de registro: o art. 16, §3º, proíbe o registro, nos cartórios civis e nas juntas comerciais, de sociedade que inclua, entre outras finalidades, a atividade de advocacia.
Isso não é nota e não mede nada sobre você: são cinco questões de um assunto só, respondidas antes de estudar. O que eu queria te mostrar é o formato. É esse o treino de cada um dos 346 blocos, e o que você errar volta em 3, 10 e 30 dias, até parar de voltar.
Não tenho depoimento de aluno aprovado. O Pareto OAB é novo e os primeiros alunos estão estudando agora. Quando o resultado sair, se for bom, eu mostro. Antes disso seria invenção.
O que eu tenho é o meu próprio histórico com o mesmo problema que é o seu: provas grandes demais para o tempo que existe, e uma nota de corte no fim. E eu não vou só te contar. Vou te mostrar.
ITA 1992 · INSS 1997 · Receita Federal 1999 · FUVEST 2003 · OAB 2011 · Auditor Fiscal SP 2012
Na época em que prestei o ITA não existia resultado na internet. Ele saía impresso, e você comprava o jornal para procurar o seu nome. Esse é o meu. Eu guardo até hoje.
ITA, Engenharia de Computação · Auditor Fiscal do INSS · Receita Federal · Auditor Fiscal de São Paulo · FUVEST e Direito na USP · e a primeira fase da OAB, 4 anos depois de formado, porque enquanto era fiscal eu não podia advogar.
Não mostro isso para me exibir. Mostro porque é o mesmo jeito de estudar, usado 6 vezes, em provas muito diferentes entre si, e porque você tem o direito de conferir em vez de acreditar.
5 dias antes da prova do exame passado, eu escrevi o que a minha ordem de estudo deveria alcançar naquela prova. Fechei o arquivo, publiquei o código dele com carimbo de tempo, e só abri depois que a prova aconteceu.
Declarei um intervalo, e disse antes que sair dele, para cima ou para baixo, contaria como erro.
A rota tocou 62 das 80 questões. O teto que eu tinha declarado era 61.
Passei dele por 1 questão. Pela regra que eu mesmo publiquei, isso é erro. Errou para o lado confortável, e continua sendo erro: o que falhou não foi a ordem, foi a minha estimativa de quanto ela alcançaria.
Está publicado assim porque a alternativa era não publicar. Esta foi a medição pelo gabarito preliminar. Quando saiu o definitivo, a banca tinha anulado uma questão da minha lista; eu medi de novo, como tinha prometido, e publiquei: 61,89, ainda acima do teto. O veredito não mudou.
Isso não prova que você vai passar. Prova outra coisa, que eu acho mais difícil de conseguir: que dá para conferir o que eu digo antes de comprar, e que eu publico o número mesmo quando ele me contraria.
Ver a aferição completa, com o registro lacrado e os arquivos para conferir
O exame passado, questão por questão
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Se você usar só isto, sem me pagar nada, o seu estudo já melhora esta semana. Eu não precisava te contar. Mas é a parte do método que dá para levar embora agora.
Se você não sabe responder, está escolhendo no escuro. E você não precisa de mim para isso: as provas estão públicas, e a conta é sua para fazer.
Quase todo assunto muito cobrado tem uma virada típica, um detalhe em que a banca inverte. Se você não sabe qual é, sabe a regra e erra a questão do mesmo jeito.
Esta separa o que você precisa estudar do que você precisa treinar. São coisas diferentes, e quase todo mundo trata igual.
Essas três perguntas são o que eu queria ter sabido quando fiz a minha primeira prova. Use.
Agora, antes de falar de preço: isto aqui não serve para todo mundo.
Eu sei com quem estou falando: pelo último levantamento da própria FGV, de 2020abre em nova aba, só cerca de 3 em 10 pessoas de cada edição estão fazendo a prova pela primeira vez. A sala inteira é, na maior parte, de quem já sentou naquela cadeira.
SERVE PARA VOCÊ SE
NÃO SERVE SE VOCÊ QUER
Se o que você quer está na lista do que não serve, pode fechar esta página sem culpa.
Não é uma pasta de arquivos para você organizar. É uma sequência, e ela já vem montada.
A primeira tela se chama Comece Aqui. São duas perguntas: quantos minutos por dia você estuda de verdade, e se você já fez a prova antes. A data da sua prova já está lá, travada.
Com isso eu faço a conta da sua prova: quantos dias faltam, quanto tempo isso dá e até que ponto da rota você chega.
E aí vem a rota, que não é dividida em dias. Ela é dividida em blocos, e cada bloco diz quanto tempo leva antes de você entrar: 1h40, 50 minutos, 1h50.
Você olha o tempo que sobrou hoje e sabe se dá para começar. Se parar no meio, ele fica aberto onde você parou. Aqui não existe atrasado. Você não escolhe o que estudar: abre, e o próximo bloco já está na sua frente.
O assunto inteiro, na mesma tela. A regra central destacada. De que jeito a banca já cobrou aquilo, não "isso cai muito", mas como cai. Onde os candidatos erram, e o antídoto de cada erro.
E o bloco que eu considero o mais importante: quando o caso é outro. Porque muitas vezes a questão não pega o que você não sabe. Pega o que você confunde. Dois casos que parecem o mesmo, a linha exata que separa os dois, e o que fazer quando você bate nela.
No fim, escrito com todas as letras, o que aquele material não cobre.
Depois, o treino, com as questões daquele bloco. Mais de 700 delas não perguntam a regra: narram um caso e cobram o enquadramento, como a banca faz. E as alternativas erradas são parecidas de propósito, porque é assim na prova.
Você estuda um assunto em março e ele desaparece. Não é falta de memória; é falta de retorno.
Quando você fecha um bloco, as questões que você errou nele voltam para você. Com a prova ainda longe, 3, 10 e 30 dias depois, contados do dia em que você terminou, não de uma data no calendário de outra pessoa. Perto da prova, os intervalos encurtam, e entram as voltas que cabem antes dela.
E nada volta sorteado: voltam primeiro as questões que você errou, e o resto desse bloco vem depois, se couber no dia. O bloco em que você não errou nada volta com uma questão só, para conferir que ficou. A revisão do dia tem teto: você nunca vai abrir e encontrar 89 questões atrasadas te esperando.
A rota é a mesma para todo mundo, porque vem do histórico da prova. A Volta do Erro é só sua, porque vem do seu histórico de erro.
Você não decide o que revisar, e não precisa lembrar de revisar. O sistema guarda o que você errou, escolhe o dia e coloca na sua frente. Tudo o que você erra fica também no Seu Caderno de Erros, separado por assunto e ordenado pelo que insiste em te derrubar.
A única coisa que não vai para o papel é o treino: ele fica na tela porque é na tela que a Volta do Erro funciona.
Enquanto você avança, uma barra mostra quanto do que a banca já cobrou você percorreu, não quantas páginas você abriu. Ela anda depressa no começo e devagar no fim, de propósito: quando desacelerar, está te avisando que dali para frente o seu tempo rende menos. Ela mede o que já caiu; não é previsão da próxima prova nem estimativa da sua nota. E a conta de como a fila foi montada fica aberta lá dentro, bloco por bloco.
Você já viu o que recebe. Falta a parte que quase nenhuma página de vendas escreve: o que a recorrência não enxerga.
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Lei nova. Uma lei que entrou em vigor há 1 ano não teve tempo de cair em 15 anos de prova. Então ela não aparece na fila. Não por ser pouco importante. Por ser nova.
Por isso existe um anexo à parte, pequeno, fora da rota, com as 4 leis recentes que passaram nos meus critérios. E com o critério impresso nele: 5 testes verificáveis, para você ver por que cada uma está lá e por que outras não estão.
Porque a rota é feita do que a banca já cobrou. Sem a regra à vista, aquilo viraria achismo.
Compare com o que você já gasta.
Um livro esquematizado de primeira fase passa de R$ 300,00. Um vade-mécum, de R$ 170,00 a R$ 340,00, conforme a edição. Uma assinatura anual de site de questões, perto de R$ 300,00. E a inscrição do último exame, sozinha, passou de R$ 300,00. A conta de quem se prepara passa de R$ 900,00. E nenhuma dessas coisas te dá uma ordem para seguir.
Tudo o que você leu na parte "o que você recebe" faz parte do produto, sem etiqueta de presente. O que eu tenho para te dar de graça, eu já dei acima: as três perguntas.
E o que faz este método funcionar não é um brinde; é a Volta do Erro, que vai junto com cada bloco.
Falta a parte que você provavelmente já estava esperando: e se não funcionar?
São duas garantias. A segunda tem condições, e elas estão escritas.
A primeira: 30 dias. Você entra, vê tudo, e se achar que não vale a pena, pede o dinheiro de volta. Sem pergunta, sem formulário, sem justificativa. A lei me obriga a dar 7 dias. Eu dou 30.
Márcio dos Anjos, Pareto OAB
Eu não prometo que você passa. Não prometi em nenhuma linha desta página e não vou prometer agora. Ninguém falando sério pode prometer isso: a prova é da banca, o dia é seu, e entre uma coisa e outra tem a sua vida.
O que eu prometo é distância: você chega mais longe com o tempo que você tem.
E aí fica uma pergunta justa: se eu não prometo aprovação, por que eu daria alguma coisa a quem não passou?
Porque são coisas diferentes. Eu não te devo um resultado. Mas se você fez exatamente o que eu pedi, percorreu do começo ao fim a rota que era a sua, no tempo que você tinha, e mesmo assim não passou, eu não acho justo você pagar de novo.
É o que eu ia querer que fizessem comigo.
Então: se você percorreu a sua rota e não passou na primeira fase, o Pareto do próximo exame é por minha conta.
É o acesso completo à edição seguinte, sem custo. A inscrição na prova continua sendo sua.
Percorrer a rota quer dizer responder as questões dos blocos até o ponto de parada que a conta da sua prova calculou na primeira vez que você respondeu o Comece Aqui, até 15 dias antes da prova. A segunda garantia vale uma vez por compra, para quem não pediu o reembolso. Por isso, antes de estudar, eu te peço as duas respostas. Você pode pular e estudar assim mesmo, mas sem elas não existe ponto de parada, e sem ponto de parada não existe segunda garantia. As condições completas estão nos termos.
Márcio dos Anjos, Pareto OAB
A segunda garantia só existe se você tiver percorrido a rota. Quanto mais você estuda, mais perto ela fica. E ela não depende da minha palavra nem da sua: a barra registra o percurso.
Eu não estou me protegendo de você. Estou me comprometendo com você, desde que você faça a sua parte.
E se você não fizer, você não fica na rua: renova para a edição seguinte com preço de ex-aluno.
Você provavelmente já comprou material que parecia abandonado no dia seguinte. Então vou dizer exatamente onde me achar.
Um endereço: contato@paretooab.com.br. Serve para problema de acesso, senha, pagamento, reembolso, erro no material e dúvida sobre como a rota funciona. É por escrito porque essas coisas precisam ficar registradas, para você e para mim. Se for erro no material, diga o bloco e o assunto: eu chego mais rápido no ponto.
Antes de comprar, dúvida é no WhatsApp. Depois que você entra, o canal é o e-mail, por escrito, porque precisa ficar registrado.
Não vou prometer resposta em 2 horas. Prometer prazo e não cumprir é pior do que não prometer nada. O que eu digo é o que eu consigo garantir: eu leio tudo, e quem responde sou eu.
Você não está comprando um arquivo. Está comprando um caminho, e caminho tem alguém que já andou por ele.
Esta é a única objeção que eu vou levantar nesta página, porque é a única que eu sei responder sem dar uma desculpa.
Se você já estudou muito e mesmo assim não passou, a conclusão natural é que estudar mais não resolve. E você está certo.
Quem faz 38 pontos sabe Direito. Eu já vi gente muito mais preparada do que eu ser reprovada, e o motivo quase nunca é o que parece. Não falta conteúdo. Falta margem, e margem vem de ter estudado as coisas certas na hora certa, e de ter voltado nos seus erros antes que a prova volte neles por você.
Se da última vez você seguiu o índice de um livro, o cronograma de um cursinho ou o assunto que apareceu no seu celular naquele dia, então a ordem não foi sua. Alguém decidiu por você, e não foi ninguém olhando para a prova.
O que eu te ofereço é a única variável que você ainda não mudou.
Por e-mail, logo depois da confirmação do pagamento, com o link para você definir a sua senha. No Pix e no cartão, a liberação é na hora.
Até 30 dias depois do resultado definitivo da primeira fase do exame para o qual você comprou. Se você percorreu a sua rota e não passou, a edição do exame seguinte vem sem custo. Se não percorreu, pode renovar para o exame seguinte com preço de ex-aluno.
Eu não recomendo. O Pareto não é um material parado: a cada prova eu refaço a rota. As questões da última prova entram na conta, as leis novas que passam a valer também, e a ordem do que estudar é recalculada. Esta edição é a da prova de 10 de janeiro, e o acesso termina 30 dias depois do resultado dela. Para a prova seguinte, o certo é a edição seguinte.
A teoria, sim, desde o primeiro dia: por assunto, por bloco ou por trecho da rota, com a sua identificação em cada página. As questões, não. Elas ficam na tela, porque é na tela que a Volta do Erro sabe o que você errou.
Não, e não é só regra. A sua rota é calculada a partir das suas respostas: o ponto de parada, o progresso e a garantia. Duas pessoas na mesma conta misturam as respostas e estragam a rota das duas.
Dá. É onde a maior parte das pessoas usa.
Não. Ele organiza a preparação por prioridade histórica. O resultado depende de estudo, execução, conhecimento prévio e da própria prova.
Não. O histórico é critério de prioridade, não previsão. O que se repetiu antes pode não aparecer de novo. E o que é novo demais para ter histórico, a lei recente, está no anexo, com a regra de por que entrou.
Não usei todas as provas. Comecei no 4º exame, de julho de 2011. Até o 3º, a prova tinha 100 questões. No 4º, passou a ter 80, e é assim até hoje. Quando reduziram, mantiveram a exigência de acertar metade. É daí que vêm os seus 40 pontos. Misturar as duas deixaria a conta torta: um assunto pareceria mais cobrado, ou menos, só porque a prova daquele ano tinha outro tamanho. Pode parecer detalhe. É a diferença entre uma análise e um chute bem apresentado.
Não. É material independente, sem vínculo com a OAB ou com a FGV.
Serve, se você puder fazer a prova desta edição. O edital do 48º aceita quem estiver nos dois últimos semestres ou no último ano do curso até 30 de junho de 2027, e a inscrição terminou em 5 de outubro. Se você está inscrito, a rota não depende de você já ter visto todas as matérias; depende de você ter tempo para percorrer.
Para esta edição, eu não recomendo. A inscrição do 48º terminou em 5 de outubro, e esta edição é a da prova de 10 de janeiro. O certo, para você, é a edição do exame que você vai fazer.
É, e tem que ser: ela não vem de você, vem do histórico da prova. O que muda de pessoa para pessoa não é por onde você passa, é até onde você vai. E a Volta do Erro é a exceção: essa é só sua.
É o nome que eu dei ao jeito como o material volta para você: 3, 10 e 30 dias depois de fechar cada bloco, com as questões que você errou na frente e o resto desse bloco depois, se couber no dia. O bloco em que você não errou nada volta com uma questão só, para conferir que ficou. Perto da prova, esses intervalos encolhem para caberem antes dela. Você não decide o que revisar; o sistema decide, pelo seu erro.
No formato, não, e é esse o ponto. O que todas têm em comum não é o desenho da questão: é ter muito mais conteúdo do que tempo, e uma nota de corte no fim. É esse problema que a ordem resolve.
Prefere tirar uma dúvida comigo antes de decidir?
Falar comigo no WhatsAppNão é inteligência, e não é esforço.
Se essa vai ser a sua primeira vez, você tem uma vantagem que quase ninguém valoriza: você ainda não perdeu tempo com a ordem errada.
E se você já olhou para trás e percebeu que o problema nunca foi falta de esforço, então o que falta não é mais conteúdo. É um caminho para seguir, do começo ao fim.
Eu não vou dizer que as vagas estão acabando. É material digital; não tem vaga, e você sabe disso.
O relógio lá em cima é o da prova, e esse prazo não é meu. É da banca.
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P.S. Se você chegou até aqui e ainda está em dúvida, provavelmente é sobre uma coisa: se vale a pena mudar de método agora, faltando 88 dias.
Eu inverteria a pergunta. O tempo que falta é o mesmo com ordem ou sem ordem. O que muda é quanto dele vai para decidir o que estudar, em vez de estudar.
A prova tem data. Ela não espera você terminar de escolher.
P.P.S. A garantia é de 30 dias. Você não precisa decidir isso com esta página na tela: entra, responde as duas perguntas, percorre os primeiros blocos, e decide com o produto na mão.